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Selo postal indiano homenageando Dom Bosco.

Apesar de toda sua bondade e seu jeito simples, D. Bosco tinha inimigos. Certa vez, enquanto dava catecismo, um indivíduo tentou tirar-lhe a vida: “uma bala de arcabuz entrou por uma janela e varou-me a batina entre o braço e as costelas, indo fincar-se na parede”, escreveu Dom Bosco. Diante dos meninos, que ficaram apavorados, ele comentou: “Uma brincadeira um pouco pesada. Sinto muito pela batina, que é a única que tenho. Mas Nossa Senhora nos quer bem”.

 

Outro dia, D. Bosco foi chamado à taberna do Coração de Ouro, onde havia um agonizante. Chegando lá, vários homens comiam castanhas. Ofereceram e tentaram fazer com que ele tomasse um copo de vinho. D. Bosco não quis tomar. Tentaram fazer com que tomasse, a força. Ele tinha levado junto com ele alguns dos jovens mais fortes do Oratório. Os chamou. E assim conseguiu se desvencilhar da tentativa de morte.

 

Um cão chamado Grigio torna-se grande protetor de D. Bosco nas suas saídas à noite. O animal estava sempre a postos para defender seu dono. Desde certo dia em que salvou Bosco da morte certa, o cão passou a acompanhá-lo até em casa. Com o dono, era manso como um cordeiro; com os inimigos, um leão furioso! Precisando sair à rua, D. Bosco tenta, mas é impedido pelo cão. Com isso, ele desiste de sua saída. No dia seguinte foi informado que um grupo armado o havia esperado a pouca distância. Seu fiel amigo pressentira o perigo e o salvara mais uma vez!

-”Os inimigos dos jovens lutam sem parar. Por isso, nós também só descansaremos no céu!” Também nisso queria imitar a São Francisco de Sales, que usou a imprensa como meio para divulgar a fé católica.

 

D. Bosco sonhou com uma região imensa e plana. Viu chegarem em sua direção homens perversos e guerreiros. O chão estava cheio de vítimas. No extremo da planície, um grupo de salesianos aproximava-se para pregar a religião de Cristo. Os selvagens, ao vê-los, lançaram-se com fúria sobre eles e os mataram. Outros missionários se aproximam, tendo jovens à frente. Bosco quer fazê-los recuar para escaparem do perigo. Mas ao verem os garotos e os salesianos, os guerreiros despojam-se das armas e tornam-se mansos cordeiros. A seguir, os missionários juntam-se a eles e ajoelham-se. Os selvagens fazem o mesmo largando suas armas. Assim foi o sonho de D. Bosco que enviará onze expedições missionárias para a América do Sul. No dia 11 de novembro de 1875, D. Bosco entregou o crucifixo de missionário para os dez primeiros salesianos. Foram chefiados por João Cagliero, um dos primeiros alunos. D. Bosco os acompanhou até Gênova, para o embarque. -”procurai os necessitados e não as riquezas ou honrarias. Cuidai de modo especial dos jovens, dos doentes e dos pobres. Assim, tereis as bênçãos de Deus e a amizade de todos.” A 14 de dezembro de 1875 chegavam a Buenos Aires.

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