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A emoção da primeira missa

Na igreja de São Francisco de Assis, no altar do Anjo da Guarda, situado à esquerda do altar-mor, assistido pelo seu amigo e benfeitor Padre Cafasso, professor de casuística no Pensionato Eclesiástico, contíguo à igreja, o padre João Bosco celebrava a sua primeira missa. Nessa missa foi escolhida a epístola em que São Paulo exclamava:


Ó Deus, como são imperscrutáveis os vossos juízos e misericordiosos os vossos caminhos! É um grito de aniquilamento da criatura que medita as indústrias amorosas da Sabedoria Divina. Grito que bem pode traduzir o assombro, comovido até as lágrimas, do pequeno pegureiro de ontem que amanhã o Senhor mandará apascentar outras ovelhas!

O jovem Dom Bosco .

Nessas ovelhas que esperariam Dom Bosco ao longo do caminho de sua vida, ele já pensava com fervor desde aquela manhã.

 

Ainda sobre esta missa Dom Bosco conta: “no momento em que se recordam os falecidos, me lembrei das pessoas queridas, dos meus benfeitores, especialmente do Padre Calosso, que sempre considerei grande benfeitor. Há uma piedosa crença segundo a qual Deus concede a graça que o sacerdote pedir ao celebrar a primeira missa. Pedi ardentemente a eficácia da palavra, para poder fazer o bem às almas.”

 

Quis celebrar a segunda missa no altar da Consolata, no grande Santuário de Nossa Senhora, em Turim. Erguendo os olhos, viu, no alto, aquela Senhora brilhante como sol que, dezessete anos antes, havia lhe falado em sonhos.

- Torne-se humilde, forte e robusto – tinha-lhe dito.

E João Bosco tinha-se esforçado para agir assim. Agora, como padre, como Dom Bosco, começava o tempo do “tudo compreenderá”.

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